No Divania o estudante entra numa sala e atende por voz um paciente virtual que hesita, cala e não entrega nada de graça — e sai com uma avaliação do que fez bem e do que deixou passar. A Supervisora Iva assiste do outro lado do espelho e responde quando chamada. Sessão após sessão, até a condução virar repertório.
Ferramenta educacional, de uso supervisionado. Não faz atendimento psicológico nem substitui terapia ou supervisão humana.
O aluno escolhe uma sala, entra e atende. Fala no microfone, ouve a resposta do paciente, sente o silêncio incômodo — e descobre, do jeito difícil, que a pergunta que ele não fez era a que importava.
Se o Consultório treina a condução geral de uma sessão, o Laboratório treina o instante crítico. São cenas curtas, ramificadas e escritas por psicólogos, onde cada fala do aluno muda o rumo e produz uma consequência que ele vê acontecer.
Toda cena termina em debriefing. Cena de risco encerra obrigatoriamente com o protocolo correto na tela — mesmo que o aluno tenha ido bem.
Consultório e Laboratório são onde se treina. Em volta deles há o que sustenta o hábito: o que estudar, o que fazer a seguir, a quem perguntar e como saber se está melhorando.
A mesma supervisora da sessão responde também fora dela — e o aluno pode anexar material para discutir junto. É o mesmo caminho do WhatsApp, com os mesmos limites de conduta.
O acervo em si, navegável: os documentos que sustentam as respostas da Iva, por especialidade e por procedência. O aluno vê de onde veio o que ele leu.
O que existe para estudar fora da simulação, organizado por área. Enquanto uma área não tem material, a tela diz isso em vez de fingir conteúdo — acervo vazio com cara de cheio é o pior tipo de promessa.
O que ainda falta fazer, montado a partir do que existe de verdade: casos não atendidos, cenas não jogadas e os desafios que o produto considera inegociáveis. Não é lista genérica — é o estado real daquele aluno.
Dez níveis, ganhos por XP, e cada degrau custa mais que o anterior. Casos mais duros abrem conforme o aluno avança — e a Iva nunca sugere uma sala travada: indicação que não abre gasta a confiança que a resposta acabou de construir.
Nota por competência ao longo do tempo, com o que já foi feito e o que vem depois. É onde o aluno vê que repete o mesmo erro — que costuma ser mais útil que a média.
O Campus não é uma casca bonita em cima de um chatbot. É um método de formação clínica com engenharia por baixo.
A Iva conduz por perguntas, entrega o essencial primeiro e devolve a decisão ao aluno. Nunca resolve o caso por ele.
Livros, artigos, protocolos e resoluções da instituição alimentam a base (RAG). Material revisado por psicólogo é o que sustenta uma afirmação — o que a IA escreveu aparece marcado como não revisado e não conta como cobertura. O painel registra sozinho as lacunas.
Diante de qualquer sinal, a Iva nomeia o risco e conduz a avaliação estruturada. Nunca minimiza, nunca tranquiliza à toa.
Sigilo e seus limites, documentos psicológicos, limites da profissão e resoluções do CFP fazem parte do raciocínio, não de um rodapé.
Cada sessão vira nota por competência e entra numa trilha. O supervisor vê a turma, e o aluno vê onde repete o mesmo erro.
Voz, transcrição e busca no acervo rodam na sua infraestrutura. Fala de sessão simulada não sai de casa.
Pergunta fora da Psicologia é recusada antes de a IA escrever qualquer coisa — o que não foi gerado não vaza. A ferramenta não vira assistente de tarefa da faculdade, e na dúvida ela responde: recusar quem devia ser atendido custa mais caro que responder uma trivialidade.
Você pode assinar sozinho, hoje, e começar a atender em minutos — ou trazer a instituição inteira, com turmas, assentos e painel de acompanhamento.
Estudante, estagiário, recém-formado ou psicólogo que quer treinar. Você cria a conta, usa 24 horas de graça e continua por assinatura mensal — sem depender da faculdade.
Cursos de Psicologia, serviços-escola e equipes de estágio. Contrato por assentos, turmas organizadas e um painel para quem coordena — e o aluno vinculado nunca vê tela de preço.
O contrato define quantos assentos a instituição tem. Quem está vinculado e ativo entra direto, sem plano pessoal e sem tela de preço. Docente e coordenação têm o painel deles — que mostra a turma, não o diário de ninguém.
O contrato diz quantos alunos cabem e até quando vale. A instituição cria as turmas, matricula por CSV ou manualmente, move aluno de turma e ativa ou desativa quando alguém sai. Passou do contratado, o excedente fica sem acesso — o limite é real, não um aviso.
Mesmo login do aluno; o que muda é o papel. Um docente pode responder por várias turmas. Nenhum dos dois ocupa assento, e nenhum dos dois enxerga as áreas de treino do aluno.
O painel do professor mostra métrica agregada: quem está usando, onde a turma trava, que competência não sobe. Transcrição e devolutiva individual não vão para a tela do professor — é decisão de produto, não configuração.
CRUD de alunos, turmas e assentos por API REST. Até 5 tokens por instituição, com escopo de leitura ou de escrita, mostrados uma única vez na criação. Limite de requisições por token e manual de uso dentro do próprio painel.
Sessão encerrada, cena encerrada e aluno matriculado chegam no seu endpoint, assinados com HMAC. Falhou, a plataforma tenta de novo com espera crescente; falhou demais, desliga o webhook e avisa — em vez de bater na sua porta para sempre.
Universidade não paga com cartão. O contrato institucional não passa por gateway nenhum: assentos, vigência e faturamento por nota fiscal. A solicitação começa dentro da própria plataforma e a gente retorna com a proposta.
Entre uma sessão e outra, o aluno tira dúvidas pelo WhatsApp: pergunta por texto ou áudio, manda uma vinheta para discutir e treina casos guiados. É um canal secundário — o trabalho de verdade acontece no Consultório e no Laboratório —, mas resolve a dúvida que aparece no ônibus, às onze da noite, na véspera do estágio.
Para você, um plano único e simples: comece grátis e pague no cartão ou Pix, cancelando quando quiser. Para a instituição, contrato por assentos e nota fiscal.
Conheça o Campus sem pagar nada.
Prática clínica e supervisão, todo dia.
Faculdades, serviços-escola e equipes.
Pelo Portal, no navegador: é onde ele entra na sala, atende o paciente virtual por voz e joga as cenas do Laboratório. Não precisa instalar nada — só microfone e fone. O WhatsApp é um canal complementar, para tirar dúvidas fora do Campus.
Ele fala como leigo, em uma ou duas frases, com o afeto do caso — e não entrega nada de graça: o que é difícil de contar só aparece se o aluno criar espaço e perguntar. Silêncio, hesitação e mudança de assunto são respostas legítimas, e são material clínico. A resposta sai em menos de 3 segundos, porque uma pausa longa quebra a simulação.
Não, e é uma regra dura do produto. É uma ferramenta educacional: treina raciocínio clínico e discute casos de estudo. Não faz atendimento, não fecha diagnóstico e não substitui supervisor humano. Se quem escreve estiver em sofrimento, a Iva acolhe e orienta a procurar ajuda real.
Risco é a prioridade número um. Diante de qualquer sinal — ideação suicida, autolesão, violência, abuso — a Iva nomeia o risco explicitamente, nunca minimiza, e conduz o aluno pela avaliação estruturada, plano de segurança, acionamento da rede e encaminhamento. Na avaliação da sessão, risco não investigado tem poder de veto sobre a nota. E nenhum conteúdo da plataforma descreve método ou meio de autolesão.
As respostas se apoiam no acervo que você fornece (RAG). Para fatos verificáveis — critérios diagnósticos, instrumentos, número de resolução do CFP — o modelo é instruído a admitir dúvida em vez de cravar dado errado, e o painel registra as lacunas do acervo para você preencher.
A plataforma não aplica, não corrige e não reproduz itens de instrumentos protegidos. Ela ensina a raciocinar sobre escolha, finalidade e interpretação — sempre lembrando que escore de escala é rastreio, não diagnóstico, e que o uso é privativo do psicólogo com instrumento favorável no SATEPSI.
Sim. Voz, transcrição, síntese de fala e busca no acervo rodam na sua infraestrutura (self-hosted). Dado de saúde é dado sensível — há trilha de auditoria, anonimização a pedido do titular e tratamento conforme a LGPD. A plataforma não é repositório de prontuário: material clínico entra sempre descaracterizado.
Não. O painel de docente e coordenação mostra métrica agregada da turma — uso, evolução, competências que não sobem. Transcrição e devolutiva individual ficam com o aluno. É proposital: treino que vira prova deixa de ser treino, e o aluno passa a atuar para a nota em vez de errar onde errar é barato.
Sim. Há API REST para alunos, turmas e assentos, com até cinco tokens por instituição, escopo de leitura ou escrita e limite de requisições. E há webhooks assinados para sessão encerrada, cena encerrada e aluno matriculado, com reenvio automático em caso de falha. O manual fica dentro do painel da instituição.
Por nota fiscal. O contrato institucional define assentos e vigência e não passa por gateway de pagamento — universidade não paga com cartão. Já a assinatura individual é no cartão ou Pix. Aluno vinculado a um contrato vigente entra sem consumir plano pessoal e nunca vê tela de preço.
Você começa com um período gratuito. Depois, é uma assinatura mensal de R$ 59,90 no cartão (recorrente, cancela quando quiser) ou Pix. O acesso é liberado automaticamente após a confirmação.
Agende uma demonstração gratuita: a gente entra numa sala com você e conduz uma sessão do começo ao fim, com o material do seu curso.
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